Na época, Kinho da Farinha, era apontado como suspeito de ser o mandante do sequestro do influenciador.
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| foto: divulgação |
A Justiça inocentou Marcos Paulo da Hora Silva, conhecido como “Kinho da Farinha”, da acusação de ter ordenado o sequestro de Leonam Andrade, ocorrido em setembro de 2022, em Santo Antônio de Jesus. O Blog do Valente obteve, em primeira mão, a informação de que a decisão foi proferida pela 1ª Vara Criminal da Comarca do município, que concluiu pela inocência do acusado. O alvará de soltura já foi expedido e cumprido.
Kinho foi defendido pelo advogado Gustavo Santana. Ele havia sido preso no dia 28 de agosto, na cidade de Lagarto, em Sergipe, durante uma operação conjunta entre a 1ª Delegacia Territorial de Santo Antônio de Jesus, o Catti/Leste, a Delegacia Regional de Lagarto e a Divisão de Inteligência e Planejamento Policial de Sergipe (Dipol/PCSE). Na época, ele era apontado como suspeito de ser o mandante do sequestro do influenciador.
Contra ele havia um mandado de prisão por extorsão mediante sequestro, o que gerou grande repercussão social após a divulgação da prisão. No entanto, durante o andamento do processo, a Justiça entendeu que não havia provas suficientes para sustentar a acusação, resultando na absolvição do investigado.
Relembre o caso
O sequestro de Leonam Andrade ocorreu no dia 10 de setembro de 2022. Câmeras de segurança registraram o momento em que o influenciador estava em um bar com amigos, quando quatro homens armados chegaram ao local e o obrigaram a entrar em um carro.
De acordo com as investigações, Leonam foi torturado e esfaqueado na perna antes de ser abandonado às margens da BR-101, no município de Laje, a cerca de 40 quilômetros do local onde foi sequestrado. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus.
Contra ele havia um mandado de prisão por extorsão mediante sequestro, o que gerou grande repercussão social após a divulgação da prisão. No entanto, durante o andamento do processo, a Justiça entendeu que não havia provas suficientes para sustentar a acusação, resultando na absolvição do investigado.



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