Pânico no funeral: Jovem abre os olhos e tosse durante o próprio velório em Angra dos Reis.

 




Caso gerou pânico entre familiares, levantou suspeitas de negligência médica e pode ser investigado


Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos - Foto: Redes Sociais


Um caso ocorrido em Angra dos Reis ganhou grande repercussão nas redes sociais após familiares relatarem que uma jovem apresentou sinais de vida durante o próprio velório. O episódio teria acontecido na madrugada da última sexta-feira (13), na Capela Mortuária do Frade.

Segundo parentes, Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos, teria aberto os olhos e tossido enquanto era velada, provocando pânico entre os presentes, que deixaram o local diante da situação inesperada.

De acordo com a família, após o ocorrido, foi solicitado atendimento médico no SPA do bairro, mas o profissional de plantão teria se recusado a comparecer, alegando não ter sido responsável pela constatação do óbito. Em seguida, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. Ainda conforme os relatos, a jovem morreu pouco depois, antes da chegada da equipe.


Os familiares acusam negligência médica e afirmam que Caroline não estaria morta no momento da primeira declaração de óbito, mas sim em estado de coma. A certidão havia sido emitida no dia anterior pelo Hospital Municipal da Japuíba, único hospital público da cidade. A família informou que pretende acionar judicialmente a unidade e o profissional responsável.

O caso gerou intenso debate nas redes sociais. Enquanto alguns internautas questionam a veracidade dos sinais relatados, outros apontam que o episódio pode estar relacionado a reações involuntárias do corpo após a morte, como espasmos ou reflexos.

Em nota, a Prefeitura de Angra dos Reis informou que a jovem morreu às 16h20 do dia 12 de março, após dar entrada na unidade em estado grave, com insuficiência cardíaca associada a complicações infecciosas. Segundo o município, o óbito foi confirmado por avaliação clínica e exame de eletrocardiograma, após tentativas de reanimação sem sucesso.

A administração municipal também afirmou que o episódio relatado durante o velório pode estar associado a espasmos cadavéricos, descartando, até o momento, indícios de erro no diagnóstico inicial. O caso segue repercutindo e pode ser alvo de investigação.

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